“Mentiras sinceras”

Desejo o que desprezo
Suas mentiras sussurradas no meu travesseiro
Seu laço no meu abraço
Palavras congeladas na memória
Nossos medos, nossos anseios
Nossas mãos dadas, pés que namoram sob o fino cobertor.
Dos passeios por ruas e avenidas
Do clichê, mas sempre bem vindo, pôr-do-sol, em especial no inverno.
Das intermináveis conversas on/off line, do aconchego de nossos lúdicos silêncios,
Mordidinhas, toques, afagos, nosso desejo nem sempre contido.

Sinto falta do mundo que éramos nós.

Fabiana Reinholz

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